quarta-feira, 28 de março de 2012

FOLCLORE – AGOSTO


TEMA FOLCLORE – AGOSTO/2010

Estamos de volta! Agora na reta final! Aqui vai uma frase para um momento de reflexão: "Estabeleça metas grandes o bastante a ponto de motivar-se, mas não grandes em demasia a ponto de sufocar-se." Bom retorno! Grandes metas! Bom trabalho! Fabiane Neres de Brito Moreira 3902-1011

Objetivo geral:
* Resgatar as manifestações da cultura popular brasileira, vivenciando e valorizando as tradições de nossas regiões.

Objetivos específicos:
* Ler, interpretar, produzir e revisar textos nos gêneros instrucionais e contos de terror.
* Usar a gramática e a ortografia em contextos reais de leitura e escrita.
* Identificar fração como representação que pode estar associada a diferentes significados.
* Ler, escrever, comparar e representar números racionais na forma fracionária na reta numérica.
* Resolver situações-problema que envolvam as ideias e adição, subtração, multiplicação e divisão.
* Compreender a ideia de círculo e circunferência.
* Calcular a área de figuras geométricas planas.
* Conhecer características da região Centro-Oeste, do bioma cerrado, especialmente em Goiás, e desenvolver atitudes de preservação do mesmo.
* Identificar órgãos e suas funções no sistema respiratório.
* Identificar as diferenças entre os diversos povos e culturas que constituem o povo brasileiro.
* Conhecer vida e obra do artista Almeida Junior e criar tendo-o como inspiração.
* Participar de dramatizações e de jogos e brincadeiras da cultura popular brasileira.

Conteúdos:
* Leitura, interpretação, produção e revisão de textos instrucionais e contos de terror.
* Revisão das classes gramaticais estudadas no primeiro semestre: substantivo, artigo, adjetivo, verbo, advérbio, pronome, numeral, locução adjetiva.
* Ideias de preposição e locução adverbial.
* Parônimos (cesta/sexta, sessão/seção, onde/aonde, tem/têm, vêm/vem).
* Ideias de fração: representação, leitura, simplificação e comparação.
* Círculo e circunferência.
* Área de figuras geométricas planas.
* Revisão das operações de adição, subtração, multiplicação e divisão.
* Região Centro-Oeste.
* Cerrado: características e preservação.
* Sistema respiratório.
* Os imigrantes na história do Brasil.
* Vida e obra do artista Almeida Junior.
* Manifestações culturais do Brasil

Recursos:
* Livros didáticos e literários.
* CD, DVD, aparelho de som e TV.
* Internet - Quadro/giz
* Atividades xerocopiadas/mimeografadas
* Jogos diversos/dinâmicas

Avaliação:
Os alunos serão avaliados:
* Por meio de atividades em sala de aula, individuais e em grupos.
* Através das fichas avaliativas.

O produto final do tema Folclore será uma coletânea de textos produzidos e revisados pelos alunos: trava-línguas, provérbios, receitas, simpatias, contos de terror, brincadeiras folclóricas...

Procedimentos metodológicos

Motivando:
Que tal iniciarmos nossas aulas sobre o tema folclore com um concurso de trava-línguas?
Podemos definir os trava-línguas como frases folclóricas criadas pelo povo com objetivo lúdico (brincadeira). Apresentam-se como um desafio de pronúncia, ou seja, uma pessoa passa uma frase difícil para um outro indivíduo falar. Estas frases tornam-se difíceis, pois possuem muitas sílabas parecidas (exigem movimentos repetidos da língua) e devem ser faladas rapidamente. Estes trava-línguas já fazem parte do folclore brasileiro, porém estão mais presentes nas regiões do interior brasileiro. trava línguas do folclore brasileiro

Professor, leve para a sala vários trava-línguas (já estou enviando alguns). Deixe que a turma se familiarize com os mesmos, lendo-os em duplas. Em seguida, peça que recitem em voz alta, com calma, os que mais gostaram. Depois, peça que tentem falar cada vez mais rápido.
Proponha um concurso de trava-línguas: todos os dias, durante uma semana ou enquanto a turma estiver interessada. No início da aula, os alunos recitarão os trava-línguas. Serão observados os seguintes pontos: a fluência, a rapidez e a memória.


Para finalizar o concurso, peça que a turma ilustre os trava-línguas e espalhem pela escola. É uma ótima maneira de interpretar esses textos.

Maria-Mole é molenga, se não é molenga, Não é Maria-Mole. É coisa malemolente, Nem mala, nem mola, nem Maria, nem mole. O sabiá não sabia Que o sábio sabia, Que o sabiá não sabia assobiar.
Olha o sapo dentro do saco
O saco com o sapo dentro,
O sapo batendo papo
E o papo soltando o vento. A aranha arranha a rã. A rã arranha a aranha. Nem a aranha arranha a rã. Nem a rã arranha a aranha.
Cinco bicas, cinco pipas, cinco bombas.
Tira da boca da bica, bota na boca da
bomba. O peito do pé de Pedro é preto. Quem disser que o peito do pé de Pedro é preto, tem o peito do pé mais preto do que o peito do pé de Pedro.
Em um ninho de mafagafos haviam sete
mafagafinhos; quem amafagafar mais
mafagafinhos, bom amagafanhador será. La vem o velho Felix com o fole velho nas costas. Tanto fede o velho Felix, quanto o fole velho nas costas do velho Felix, fede
Eu cantarolaria, ele cantarolaria, nós
cantarolaríamos, eles cantarolariam.

Não sei se é fato ou se é fita, Não sei se é fita ou fato. O fato é que você me fita E fita mesmo de fato.
Pardal pardo, por que parlas? Parlo
porque sempre parlei, porque sou pardal
pardo, parlador del-rei. Farofa feita com muita farinha fofa faz uma fofoca feia.

Hora da leitura:
Durante esse mês disponibilize um varal de textos dos gêneros da oralidade popular (trava-línguas, provérbios, parlendas, quadrinhas, adivinhas...). Para o trabalho de produção e revisão, priorize, os instrucionais e os contos de terror.
Vamos iniciar com um conto de terror equatoriano. Converse com a turma antes, explique que você fará a leitura de um conto de terror e veja como eles reagem. Crie um ambiente de suspense, feche as cortinas (se tiver), apague a luz... E, divirtam-se!

Maria Angula Maria Angula era uma menina alegre e viva, filha de um fazendeiro de Cayambe. Era louca por uma fofoca e vivia fazendo intriga com os amigos para jogá-los uns contra os outros. Por isso, tinha fama de leva-e-traz, linguaruda e era chamada de moleca fofoqueira. Assim viveu Maria Angula até os dezesseis anos, dedicada a armar confusão entre os vizinhos, sem ter tempo para aprender a cuidar da casa e a preparar pratos saborosos. Quando Maria Angula se casou, começaram os seus problemas. No primeiro dia, o
marido pediu-lhe que fizesse uma sopa de pão com miúdos, mas ela não tinha a menor ideia de como prepará-la. Queimando as mãos com uma mecha embebida em gordura, acendeu o carvão e levou ao fogo um caldeirão com água, sal e colorau, mas não conseguiu sair disso: não fazia ideia de como continuar. Maria lembrou-se, então, de que na casa vizinha morava Dona Mercedes, cozinheira de mão cheia e, sem pensar duas vezes, correu para lá: - Minha cara vizinha, por acaso a senhora sabe fazer sopa de pão de miúdos? - Claro, Dona Maria. É assim: primeiro, coloca-se o pão de molho em uma xícara de leite, depois despeja-se este pão no caldo e, antes que ferva, acrescentam-se os miúdos. - Só isso? - Só, vizinha. - Ah – disse Maria Angula – mas isso eu já sabia! – e voou para a sua cozinha a fim de não esquecer a receita. No dia seguinte, como o marido lhe pediu que fizesse um ensopado de batatas com toicinho, a história se repetiu. - Dona Mercedes, a senhora sabe como se faz o ensopado de batatas com toicinho? E, como da outra vez, tão logo a sua boa amiga lhe deu todas as explicações, Maria Angula exclamou: - Ah! É só? Mas isso eu já sabia! – e correu imediatamente para casa, a fim de prepará-lo. Como isso acontecia todas as manhãs, Dona Mercedes acabou se enfezando. Maria Angula vinha sempre com a mesma história: “Ah, é assim que se faz arroz com carneiro? Mas isso eu já sabia! Ah, é assim que se prepara a dobradinha? Mas isso eu já sabia!!”. Por isso, a mulher decidiu dar-lhe uma lição e, no dia seguinte: - Dona Mercedinha! - O que deseja Dona Maria? - Nada, querida, só que o meu marido quer comer no jantar um caldo de tripas e bucho e eu... - Ah, mas isso é fácil demais! – disse Dona Mercedes. E antes que Maria Angula a interrompesse, continuou: - Veja, vá ao cemitério levando um facão bem afiado. Depois, espere chegar o último defunto do dia e, sem que ninguém a veja, retire as tripas e o estômago dele. Ao chegar, lave-os muito bem e cozinhe-os com água, sal e cebolas. Depois de ferver por uns dez minutos, acrescente alguns grãos de amendoim e está pronto. É o prato mais saboroso que existe. - Ah! – disse, como sempre, Maria Angula – É só? Mas isso eu já sabia! E, num piscar de olhos, estava ela no cemitério, esperando pela chegada do defunto mais fresquinho. Quando já não havia mais ninguém por perto, dirigiu-se, em silêncio, à tumba escolhida. Tirou a terra que cobria o caixão, levantou a tampa e... Ali estava o pavoroso semblante do defunto! Teve ímpetos de fugir, mas o próprio medo a deteve ali. Tremendo dos pés à cabeça, pegou o facão e cravou-o uma, duas, três vezes na barriga do finado e, com desespero, arrancou-lhe as tripas e o estômago. Então, voltou correndo para casa. Logo que conseguiu recuperar a calma, preparou o jantar macabro que, sem saber, o marido comeu, lambendo os beiços. Nessa mesma noite, enquanto Maria Angula e o marido dormiam, escutaram-se uns gemidos nas redondezas. Ela acordou sobressaltada. O vento zumbia misteriosamente nas janelas, sacudindo-as e, de fora, vinham uns ruídos estranhos, de meter medo a qualquer um. De súbito, Maria Angula começou a ouvir um rangido nas escadas. Eram os passos de alguém que subia em direção ao seu quarto, com um andar dificultoso e retumbante, e que se deteve diante da porta. Fez-se um minuto de eterno silêncio e, logo depois, Maria Angula viu o resplendor fosforescente de um fantasma. Um grito surdo e prolongado paralisou-a: - Maria Angula, devolva as minhas tripas e o meu estômago que você roubou da minha santa sepultura!
Maria Angula sentou-se na cama horrorizada e, com os olhos esbugalhados de tanto medo, viu a porta se abrir, empurrada, lentamente, por essa figura luminosa e descarnada. A mulher perdeu a fala. Ali, diante dela, estava o defunto, que avançava mostrando-lhe o semblante rígido e o ventre esvaziado. - Maria Angula, devolva as minhas tripas e o meu estômago que você roubou da minha santa sepultura! Aterrorizada, escondeu-se debaixo das cobertas para não vê-lo, mas imediatamente sentiu umas mãos frias e ossudas puxarem-na pelas pernas e arrastarem-na, gritando: - Maria Angula, devolva as minhas tripas e o meu estômago que você roubou da minha santa sepultura! Quando Manuel acordou, não encontrou mais a esposa. Muito embora tenha procurado por ela em toda parte, jamais soube do seu paradeiro. Sobrenatural.org

Bate-papo e registro do bate-papo:
* Converse com a turma sobre o texto, ouvindo opiniões sobre a personagem Maria Angula, a vizinha... Seria possível outro final. Qual?
* Essas histórias realmente acontecem? A turma conhece histórias parecidas? Seria interessante deixar um aluno contar uma história que conheça para a turma.
* Explore palavras e expressões do texto que chamaram a atenção ou que sejam desconhecidas da turma (leva-e-traz, sopa de miúdos, coloral, toicinho/toucinho, dobradinha, descarnada, tripas e bucho...). Muitas vezes a palavra para nomear o mesmo objeto varia de região para região.
* E os tipos de comida citados no texto? Já experimentaram alguma?
* Para registrar o bate-papo, peça que se sentem em duplas e façam uma lista de palavras/expressões novas que ouviram no texto.

Atividade: Receitas malucas – em anexo

Atividade: Fique de olho – em anexo

* Aqui encerramos a primeira sequência da rotina do tema folclore.
* Vamos seguir em frente!


Motivando:
Continuar com o concurso de trava-línguas.

Hora da Leitura:
Preparei um Power Point com uma história em quadrinhos da Turma da Mônica – Lendas do Folclore.
Faça uma leitura dinâmica, animada, divertida com a turma. Cada um pode ser um personagem. Caso não seja possível usar o computados, imprima a história.
Bate-papo e registro do bate-papo:
Quem não gosta de uma boa história em quadrinhos, ainda mais sendo da turminha? Converse sobre as características dos personagens, o comportamento de cada um durante a história. Explore as imagens: as feições dos personagens, as onomatopeias, o humor...

Que tal, após a leitura, pedir à turma que registre os nomes das lendas que aparecem na história? Ou ainda, eles podem escolher uma delas e escrever o que sabem sobre a mesma. Pode ser um texto pequeno, que deverá ser revisado posteriormente. Deixe que produzam em duplas. Produza o texto num dia e revise em outro, coletivamente. Os alunos deverão registrar o texto revisado no caderno. Diga à turma que todos os textos e trabalhos realizados dentro do tema serão expostos para toda a comunidade no projeto Educação para a vida.

Atividade: Revisando
Professor, essa atividade pode ser usada para revisar as classes gramaticais estudadas durante o 1º semestre. Depois do jogo, passe as questões no quadro para que a turma as tenha registradas no caderno. Mas, passe no máximo, cinco a cada dia.

* Desenhe no quadro uma tabela como o modelo abaixo.

1 2 3 4 5
6 7 8 9 10
11 12 13 14 15
* Numa folha a parte, ou em fichas, formule questões de 1 a 15 sobre o conteúdo.
* Divida a sala em grupos.
* Cada grupo escolhe um número e deverá responder à questão referente a ele.
* À medida que as questões forem respondidas, risque no quadro os números referentes às mesmas.
* Brinque durante a semana toda.

Sugestões de questões:

1- Na parlenda:
Rei, capitão, Soldado, ladrão. Moça bonita Do meu coração.

As palavras moça e bonita, são, respectivamente:

Adjetivo e substantivo
Substantivo e adjetivo
Verbo e substantivo

2- Que adjetivo corresponde às seguintes expressões:
* Quem tem gula é...
* Quem estuda muito é...
* Quem tem muito capricho é...


3- Quais são os verbos na estrofe do poema de Ruth Rocha “Infância 2”?
Joguei pião na terra,
Fiz piquenique na serra
Quebrei bolinha de gude
Corri o mais que pude...

4- Os substantivos que representam um conjunto de objetos, pessoas ou coisas são chamados de coletivos. Que substantivo coletivo aparece na parlenda?


Por detrás daquele morro, Passa boi, passa boiada, Também passa moreninha, De cabelo cacheado.

5- Na frase “O estudante chegou atrasado para a prova”, a palavra estudante está indicando feminino ou masculino? Justifique.

6- No poema:
Antes de um substantivo
Faz-lhe a determinação.
Exemplo: o pai, a mamãe,
As flores, uma canção,
Uns jardins, umas crianças,
Os risos, um coração.
(Lydia M. Fonseca)
As palavras destacadas são numerais ou artigos?

7- Como ficaria essa frase nos tempos verbais passado e futuro?
Chego da escola, almoço, brinco e faço minhas tarefas.

8- O sujeito de uma frase é aquele que pratica uma ação ou aquele de quem se fala algo. No ditado popular abaixo, quem pratica a ação?

-O Papagaio come milho e o periquito leva a fama.

9- Na receita destaque os numerais.
Receita para gostar de folclore
1 kg de alegria
½ kg de criatividade
100 gramas de esperança
Um tantão de saudades...

Primeiro, abra o coração
Coloque tudo dentro
Mexa e remexa,
Faça um festão!

10- Ouça a parlenda:



Os dedos Mindinho, Seu Vizinho, Pai de Todos, Fura Bolo, Mata Piolho.

Todas as palavras do texto são nomes; os nomes populares dos dedos das mãos. A palavra que indica um nome é um:

Artigo
Adjetivo
Substantivo

11- Como ficaria a parlenda no plural?
Fui à feira Fui à feira comprar uva. Encontrei uma coruja, Pisei no rabo dela. Ela me chamou de cara suja.

12- Pronome é a palavra que substitui o nome, muitas vezes evitando repetições desnecessárias. Na quadrinha, quais são os pronomes?

Você me mandou cantar pensando que eu não sabia. Pois eu sou que nem cigarra, canto sempre todo dia.

13- Essas frases são encontradas em parachoques de caminhões e fazem parte do folclore brasileiro. Em qual delas os verbos estão empregados corretamente?
* A gente se encontramos um dia, quando eu voltar!
* Deus pode fazer o mundo em 6 dias porque não tinha ninguém perguntando quando ficaria pronto.

14- Veja:
Macaco foi à feira
Na sexta
Não sabia o que comprar
Comprou uma cesta
Pra suas bananas colocar.

As palavras sexta e cesta são escritas da mesma forma? O que cada uma indica?

15- Escreva no quadro a frase:
O lobo mau está passando mal.


Atividade: Qual é a ficha? Em anexo

* Até a próxima, com mais histórias incríveis do nosso folclore.




Motivando:
Vamos decifrar algumas frases de parachoques de caminhão? Professor, determine um tempo para que a turma decifre as frases. Mas só ganha quem escrevê-las corretamente.

* De 0 a 100 km/h em 15 minutos. 20 Buscar 100 demora. 60 aqui e vamos embora. 3 eixos envenenados e 1 machão invocado. 6 pneus cheios e 1 coração vazio. 70 me passar; passe 100 atrapalhar. 80ção! 20buscar! 100você, não sei viver! 99% da beleza feminina sai com água e sabão.

Bate-papo e registro do bate-papo:
Gostaram das frases? O que elas querem dizer? Discutam entre si. Depois do bate-papo, que tal registrar outras frases engraçadas que conhecemos? Podem ser ditados populares, provérbios, quadrinhas... Junte-se a um colega e registrem pelo menos 3, Ilustrem e montem um mural na sala ou fora dela, para que todas possam ler e apreciar seu trabalho!

Hora da leitura:
Leia o conto “O menino que viu uma coisa” para a turma. Crie um ambiente de suspense e divirtam-se! O conto está em anexo, em Power Point, mas pode ser impresso.

Atividade: Reescrita – em anexo.
Professor, essa é uma atividade de reconto. Após a leitura do conto “O menino que viu uma coisa”, explore a compreensão do texto com os alunos e incentive-os a reescrever a história, dando-lhe outros detalhes, escrevendo outro final.
Faça a atividade junto com eles, passo a passo.
* Peça que preencham um roteiro antes de começarem a escrever:
** Onde se passa a história?
** Com quem?
** O que aconteceu?
** Qual o final da história?
* Após definirem esses pontos, passem à escrita. Primeiro num rascunho.
* Oriente-os para que evitem repetições, letra maiúscula no início das frases, observem a pontuação. O verbo deve concordar com o sujeito. Se tiverem dúvidas na escrita de algumas palavras, consultem o dicionário.
* Se achar necessário, passe essas orientações no quadro.
* Use o tempo que for necessário.
* Faça a correção.
* Quando o texto estiver corrigido, use a folha em anexo para que passem a história a limpo, ilustrando-a. Não se esqueçam do título e do nome do autor, que será o próprio aluno.
* Bom trabalho!

Atividade: Trabalhando a ortografia
Após a correção dos textos criados pelos alunos, selecione as palavras com a escrita incorreta. Divida a turma em duplas e entregue um grupo de palavras com a escrita errada para cada dupla (podem ser grupos de palavras repetidas se não houver palavras diferentes para todos os grupos). Entregue-lhes dicionários para auxiliar o trabalho. Peça que façam a correção das mesmas. Em seguida, peça que cada dupla vá até o quadro e escreva as palavras corretamente, fazendo uma lista que deverá ser registrada por todos no caderno.

Atividade: Ideia de frações
Com base no tema desenvolvido no período com a turma: Folclore. Peça para que os alunos tragam uma receita de um bolo característico do tema (milho, cenoura, aipim,...) para ser lida e interpretada em sala. No dia programado para a atividade divida a turma em grupos e os componentes deverão destacar da receita os ingredientes e as quantidades referentes a cada um deles. Em seguida registre no quadro somente as frações destacadas da receita e pergunta à turma se eles têm ideia de como são lidas essas quantidades (frações). A partir daí diga para os alunos que cada parte da fração possui uma função (não citando ainda a nomenclatura dos termos). A parte escrita acima, o numerador é lida normalmente: um, dois, três... Já a parte que fica abaixo do traço, é lida de outra forma: 2 – meio; 3 – terço; 4 – quarto e assim por diante.
Os alunos deverão criar receitas (com símbolos fracionários) utilizando os conhecimentos trabalhados e depois copiá-las, escrevendo as frações com palavras, mostrando que compreendeu a relação entre a fração e a quantidade estipulada.
Faça atividades orais com exemplos concretos: com o número de alunos (fração correspondente à quantidade de meninos e meninas, carteiras ocupadas e carteiras vazias...).
Atividade: Comparando frações
Serão entregues quatro fichas retangulares para cada aluno da turma (os alunos estarão organizados em um grande círculo).


As fichas deverão ser organizadas da seguinte maneira: 1 ficará inteira, a segunda deverá ser dobrada em três partes iguais, a terceira deverá ser dobrada em 6 partes iguais e a quarta deverá ser dobrada em nove partes iguais.
Após dobrar as fichas pedir que os alunos indiquem a fração referente em cada parte em que o inteiro foi devidamente dobrado (dividido).
INTEIRO
1/3 1/3 1/3
1/6 1/6 1/6 1/6 1/6 1/6
1/9 1/9 1/9 1/9 1/9 1/9 1/9 1/9 1/9
A etapa seguinte consiste em trabalhar com a percepção da turma. Para isso faça as seguintes relações:
►O que vale mais, 1/3 ou 2/6 ?
►3/3 ou 6/6 ?
►1/3 ou 3/9 ?
Os alunos deverão responder, observando atentamente as tiras construídas (que deverão estar alinhadas uma abaixo da outra, para facilitar a compreensão das relações) e concluir que as frações são representadas por símbolos diferentes, mas representam uma mesma quantidade. Constatando assim a relação de equivalência entre elas. O professor, então, deverá pedir que a turma se divida em grupos e utilize o fracionário para descobrir outras frações equivalentes ( 1/2 , 2/4, 3/6, 4/8,...).
* Finalizamos aqui outra sequência da apostila. Até mais!
Motivando, hora da leitura, bate-papo e registro do bate-papo:
Professor, você conhece contos acumulativos? São conhecidos também como “lengalenga” ou “contos que nunca tem fim”. Chegou a hora de brincar com a leitura e com seus alunos! Vamos lá! Explique à turma que você fará uma leitura da qual eles deverão participar, tentando fazer o encadeamento da história.
Após a leitura, discutam o texto, puxando a memória dos alunos, fazendo-os lembrar da sequência da história, dos personagens, se já tinham ouvidos outras histórias parecidas... Depois, entregue a folha abaixo com a história e os desenhos para que terminem de ilustrar.



A VELHA E O PORQUINHO (ADAPTAÇÃO EUNICE BRAIDO)


Havia uma pobre velha que vivia sozinha. Estava sempre triste por não ter uma companhia.



Um dia, ao varrer o quintal de sua casa, ela encontrou uma moeda. “Que farei com este dinheirinho?”, pensou. “Já sei! Comprarei um porquinho para ser meu companheirinho.”
Dito e feito. A velha foi ao mercado e comprou um porquinho bem gorducho e rosado. Mas, quando voltava da cidade, o porquinho empacou. Havia uma ponte sobre um riacho e o gorducho não quis atravessá-la, com medo de cair na água.
A velhinha, então, foi pedir ajuda a um cão que passava. - Cãozinho, por favor, morda o porco que não quer atravessar a ponte e, por isso, eu não posso voltar para casa. Mas o cão não lhe deu a menor atenção.
A velhinha andou um pouco, encontrou uma vara e pediu: -Varinha, por favor, bata no cão. Ele não quer atravessar a ponte e eu não posso voltar para casa. A vara, porém, nem ligou para a velha.
A velha fez uma fogueira e falou para o fogo: -Fogo, foguinho, queime a vara, por favor! Ela não quer bater no cão, que não quer morder o porco, que não quer atravessar a ponte e eu não posso voltar para casa. Mas o fogo nem ligou.
Ela foi até o riacho e implorou para a água: - Dona água, apague o fogo. Ele não quer queimar a vara, que não quer bater no cão, que não quer morder o porco, que não quer atravessar a ponte e eu não posso voltar para casa. A água nada fez.
Mais adiante,a velha encontrou uma vaca. -Vaquinha, por favor, beba a água. Ela não quer apagar o fogo, que não quer queimar a vara, que não quer bater no cão, que não quer morder o porco, que não quer atravessar a ponte e eu não posso ir para casa.
Então a vaca disse que beberia a água se ela lhe trouxesse uma porção de capim bem fresquinho. A velhinha mais que depressa, trouxe o capim. Depois que a vaca comeu o capim, foi até o riacho e começou aquela correria. Que confusão!
A vaca começou a beber a água. A água foi apagar o fogo. O fogo pegou na vara. A vara bateu no cão. O cão mordeu o porco. O porco atravessou a ponte e a velha voltou para casa. A velhinha não se sentiu mais sozinha, pois tinha um porquinho por companhia.

Atividade: Círculo e circunferência – em anexo.
Professor, antes e realizar a atividade escrita em anexo, trabalhe a ideia de círculo e circunferência com a turma utilizando materiais reais, do dia-a-dia da turma. Aproveite o conto acumulativo para iniciar o assunto:
* A velhinha do conto achou uma moeda e resolveu comprar um porquinho. Qual a forma de uma moeda?
* Que outros objetos/elementos possuem a forma de uma moeda, tanto criados pelo homem, quanto na natureza?
* Na sala de aula há algum objeto que possua a mesma forma? Qual?
* Apresente exemplos concretos de círculos e circunferências: Círculos: moedas, cds (sem o furo)... Circunferências: anel, bambolê...
* Pergunte à turma o que diferenciam os objetos.
* Leve-os à conclusão que o círculo é uma região plana e a circunferência é um contorno.
* Leve um compasso para a sala e ensine à turma que o mesmo é usado para traçar circunferências. ENSINE A TURMA A USÁ-LO. Façam vários desenhos com o compasso, peça que a turma pinte como quiser; façam móbiles ou murais com as criações.
* Só depois desse trabalho, passe para a atividade escrita.
Atividade: Um criador de porcos muito esperto – em anexo.
Para realizar essa atividade:
* Revise o conteúdo PERÍMETRO E FAÇA A DIFERENCIAÇÃO ENTRE PERÍMETRO E ÁREA. Utilize o espaço concreto da sala de aula para fazer essa diferenciação: perímetro é o contorno da sala e área é a superfície ocupada pela sala.
* Peça que a turma leve palitos para a sala. Conte a história que pode ser acompanhada na atividade em anexo. Problematize-a e deixe que eles montem as figuras citadas na história com os palitos.
* Proceda da mesma forma para realizar as outras questões propostas depois da história.
* Bom trabalho!

As atividades propostas possibilitam o desenvolvimento da compreensão mais apurada dos conceitos de área e perímetro de quadrados e retângulos.
O uso de palitos de fósforo poderá auxiliar na resolução das seguintes situações-problema apresentadas:
• a construção, utilizando os palitos, de dois retângulos com 8 unidades de perímetro;
• a construção de dois polígonos diferentes com 10 unidades de perímetro cada um;
• a construção de dois polígonos com 6 unidades quadradas de área, determinando o perímetro de cada um?
• a construção de duas figuras com perímetros diferentes e mesma área;
• a construção de duas figuras com áreas diferentes e mesmo perímetro;
• construção de uma figura com perímetro maior e área menor em relação à outra.
Atividade: Matematicando - em anexo.
* Nas próximas sequências da apostila aprenderemos sobre as contribuições dos imigrantes na história do povo brasileiro, especialmente do povo goiano.
* Até mais!


Motivando:
Ditados ou expressões populares são frases ou palavras que se referem a assuntos do dia-a-dia, com uma função comparativa, alertando para o futuro.
Vamos brincar com os ditados ou expressões populares?
Professor, entregue uma folha com as frases/expressões abaixo para cada dupla e deixe que a turma tente relacionar frase/expressão com seu significado, numerando-as. Respostas:3, 4, 2, 1, 7, 6, 5, 9, 10, 8.

FRASES/EXPRESSÕES SIGNIFICADOS
( 1 ) Memória de Elefante ( ) É uma expressão bastante usada para se referir a choro fingido. O crocodilo, quando ingere um alimento, faz forte pressão contra o céu da boca, comprimindo as glândulas lacrimais. Assim, ele "chora" enquanto devora uma vítima.
( 2 ) Dormir com as galinhas ( ) Coisa difícil de resolver.
( 3 ) Lágrimas de crocodilo ( ) A expressão significa deitar-se cedo, logo ao anoitecer, como fazem as galinhas.
( 4 ) Osso duro de roer ( ) O elefante lembra de tudo o que aprende, motivo por que é uma das principais atrações do circo.
( 5 ) Dar nó em pingo d'agua ( ) Ficar somente com a vontade de fazer alguma coisa.
( 6 ) Pintar o 7 ( ) Fazer bagunça.
( 7 ) Ficar Chupando dedo ( ) Ser capaz de sair de todas as dificuldades.
( 8 ) Dar com os Burros n'água ( ) Cada pessoa no seu devido lugar.
( 9 ) Cada macaco no seu galho ( ) Insistir numa situação que não se resolverá.
(10) Dar murro em ponta de faca ( ) Fazer muito esforço para conseguir algo e acabar perdendo tudo de forma banal.

Bate-papo e registro do bate-papo:
Converse com a turma sobre o motivando e peça que registrem e ilustrem outras expressões/frases parecidas com as da atividade que eles conheçam.

Hora da leitura:
Para iniciar os conteúdos de história, leia com a turma o conto “A casa mal-assombrada”, dizendo-lhes que é uma história que se passou no interior de Goiás e faz parte do folclore goiano. Peça que a turma diga os nomes de algumas cidades de Goiás que conhecem e tentem imaginar onde essa história possa ter acontecido. Não se esqueça de criar um ambiente de suspense.

A casa mal-assombrada As pessoas de uma cidadezinha do interior de Goiás, cortada por uma rodovia, naquele tempo ainda sem asfalto, diziam que aquela casinha que ficava à beira da estrada era mal-assombrada. Contava-se que as tropas, quando voltavam do combate, faziam de lá sua pousada. Um dia, um homem muito valente, impressionado com a história, resolveu desafiar o assombramento. Passaria a noite sozinho na casa. E foi ... Meia-noite. Tudo quieto e ele deitado na rede esperando. E a coisa veio! De repente uma voz cavernosa gemeu três vezes: - Eu caio... Eu caio... Eu caio... E o valentão, comprovando a história, respondeu: - Quer cair, caia! E caiu uma perna ... Todos contam que foi caindo parte por parte, até que se levantou um fantasma e, diante da coragem do companheiro, compensou-o com a revelação de um segredo: “Mostrou-lhe onde havia ouro escondido.” Mas o fantasma teve outra surpresa. O homem não era ambicioso e compartilhou aquele ouro com os pobres da cidade e um pouco deu ao padre para que rezasse uma missa pela alma. Tudo foi feito, o homem comprou o rancho e compreendeu que ninguém leva nada desta vida e a alma deve estar no céu. (Adaptado do folclore de Goiás)

Atividade: Cultura goiana – em anexo.
Professor, faça uma pesquisa com a turma pedindo que identifiquem na comunidade ou nas famílias pessoas de outras naturalidades/nacionalidades. Explique a diferença entre naturalidade (cidade onde nascemos) e nacionalidade (país onde nascemos).
Nessa pesquisa os alunos deverão perguntar como são os costumes dos países/cidades/regiões de origem das pessoas entrevistadas: comidas, festas, religião predominante, datas comemorativas, danças, músicas...
Seria muito interessante levar um imigrante/migrante para a sala e fazer essa entrevista junto com os alunos; pedir ao entrevistado para levar fotos, álbum de família, identificar no mapa o seu lugar de origem, a capital do país...
Essas atividades podem ser usadas para dar início aos conteúdos de História.

Atividade: Retratos do interior – em anexo.
Essa atividade refere-se ao artista do mês Almeida Junior. Suas obras retratam, principalmente, costumes de moradores da zona rural. Apresente as imagens de algumas obras do artista e deixe que a turma comente sobre elas. Após terem respondido a atividade, informe os verdadeiros nomes das obras: Caipira Picando Fumo, O Violeiro, Pescando, As Lavadeiras, Recado Difícil.
Para que o trabalho com o artista seja eficaz, peça que a turma escolha uma das obras apresentadas e faça a releitura.

Atividade: Cerrado brasileiro – em anexo.
Essa atividade pode ser usada para dar início ao conteúdo de Ciências e Geografia. Estou enviando ainda, numa outra pasta, textos de apoio caso o livro didático não possua.

* Partiremos para a última sequência da apostila.
* Espero que tenham gostado das atividades até aqui.



Motivando, bate-papo e registro do bate-papo:

Professor, vamos brincar um pouquinho com as adivinhas do nosso folclore? Entregue para a turma, em duplas, cópias das adivinhas abaixo, cujas respostas estão em forma de enigmas e divirtam-se!
Respostas: 1- a balança; 2- ASTRONOMIA; 3- Quem ri por último ri melhor; 4- Se fosse de borracha apagava a linha.


ADIVINHAS ENIGMÁTICAS
1- O que mais pesa no mundo?

A
- s +
- O ___________________________________

2- Por que o gato mia para a lua e a lua não responde?

- nauta + - VE + _____________________________________________ 3- Por que é melhor sentar-se nos últimos lugares do circo? Quem por - sas + lhor ? . . 3º 2º 1º _____________________________________________________________ 4- Por que a roda do trem é de ferro? Se - lhas + sse - do a+ -to + - ca -belha _______________________________________________________________

Depois disso, peça que a turma escreva outras adivinhas que conheçam, troquem entre si para que respondam. Ilustrem e façam um mural. Se a turma se interessar, podem fazer adivinhas enigmáticas como as do motivando. É uma excelente ideia para produção textual.

Hora da leitura:
Professor, esses dois textos serão usados para uma atividade. Providencie cópias para a turma e façam a leitura em conjunto.

Chá caseiro para gripe Ingredientes : * 1 litro de água * 1 colher de sopa de folhas de eucalipto * 1 colher de sopa de folhas de sabugueiro * 1 colher de sopa de folhas de alfavaca * 1 colher de sopa de folhas de hortelã Receita de esgotamento Vá várias vezes à cidade, Todo dia, apressadamente, Inspire o dióxido de carbono, Na agitação do trânsito, Enfrente a buzinada. Junte a tudo isso Um terno e uma gravata, Numa temperatura de 40 graus à sombra. Não pare para descansar! Apresse-se, para não se atrasar,
* 1 colher de sopa de folhas de guaco * 1 colher de sopa de folhas de poejo * Mel Modo de fazer: Ferva a água. Em seguida, acrescente todas as ervas e deixe ferver por mais 15 minutos. Desligue o fogo, abafe e deixe amornar. Coe e adoce com mel a gosto. Beba uma xícara de chá de quatro a cinco vezes ao dia. Corra de lá pra cá, De cá pra lá... Ande mais rápido!... Depois, no fim do dia, Olhe-se no espelhe e Veja a imagem do ser humano em que se transformou: Um ser cansado, irritado, esgotado, entediado... (Baseado em Receita de Neurose, de Jô Soares. Revista Veja)

* Faça a exploração oral dos dois textos, deixando que a turma identifique características de um texto instrucional: ensina passo-a-passo como realizar uma atividade; no caso das receitas, apresenta os itens “ingredientes e modo de fazer”.
* Recorde com a turma outros tipos de textos instrucionais: manuais de instrução (de brinquedos e eletroeletrônicos); regras de jogos, mapas par localizar determinado lugar...
* No segundo texto deixe que a turma identifique o ritmo da vida moderna.
* Qual a diferença entre os dois textos? O segundo texto é uma brincadeira com o texto instrucional. Será que as pessoas realmente precisam de receita para ficarem esgotadas e estressadas? Os alunos conhecem pessoas assim? Analisem todas as possibilidades e aceite todas as formas de resposta.

Atividade: Receitas e mais receitas – em anexo.

Atividade: Doenças respiratórias.
Professor, esta é uma atividade prática para ser realizada com a turma ou outras turmas da escola.
* Façam um levantamento das doenças respiratórias que a turma já teve.
* Registrem os resultados numa tabela, separando dados referentes a meninos e meninas. Segundo a matriz curricular, os gráficos estudados nesse semestre são de barras ou colunas duplas.
* Em seguida construam o gráfico.
* Relembre à turma os elementos constituintes de um gráfico: título, legenda, fonte.
* Bom trabalho.


Bibliografia:
* Sistema de Ensino CNEC – 4ª série – Ensino Fundamental. V. 3, caderno I.
* Pedagogia de Projetos Interdisciplinares – uma proposta prática da construção do conhecimento a partir de projetos – 1ª a 4ª série. Tânia Dias Queiroz. São Paulo: Rideel, 2001.
* Endereços eletrônicos:
Portal do Professor
Canal Kids
Wikipédia
* Projeto Buriti – Língua Portuguesa - 5º ano – Editora Moderna

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