quarta-feira, 28 de março de 2012

Projeto –A poesia em sala de aula


Projeto
Observação: Esse projeto lida intencionalmente com a apropriação de conhecimentos de poesias de Cecília

Projeto –A poesia em sala de aula
Turma - 3º ano de escolaridade
Professora – Maria Angélica Bittencourt Nogueira da Gama
Supervisora – Beatriz Helena M. Forezzi

Poetizando

“A poesia sensibiliza qualquer ser humano. É a fala da alma, do sentimento. E precisa ser cultivada.” Afonso Romano de Sant’Ana

Justificativa:
Partindo do pressuposto que o ser humano é um poeta em potencial, dotado de sentimentos, emoções e muita criatividade, pensamos em oferecer aos alunos do 3º ano de escolaridade uma aproximação com a poesia.
Segundo Miriam Mermelstein, em seu cotidiano, a criança vive a poesia através das brincadeiras, da invenção de rimas, dos trava-línguas, músicas, etc. É na atividade criativa com a língua que a criança constrói formas originais de ver o mundo.
Inicialmente apresentar das obras de Cecília Meireles.


Objetivos :

* estimular a oralidade;
* estimular a criatividade e a reflexão a respeito de fatos da vida de cada aluno;
* incentivar os alunos o hábito por leitura de poesias.
* Estimular a expressão criadora ;
* Resgatar a poesia em sala de aula em momentos de leitura, escrita e reescrita de poesias de autores conhecidos;






Metodologia:
Iniciei pedindo aos alunos que pensassem num objeto ,ou animal, ou brinquedo, etc.. “Poesia é qualquer forma de sentimento de comunicação”; pedi depois, que escrevessem varias palavras referentes a esse tema escolhido.
A construção de frases foi o próximo passo. As frases podiam ter rimas ou não . Tudo foi feito com muita liberdade.
A poesia foi então criada. ( segundo oficina de poesia com Alda Aguiar)
Notando certo interesse nas crianças em fazer suas próprias poesias, partimos para o projeto descrito acima, a principio com a poetisa Cecília Meireles por ter feito muitas poesias infantis.


O interesse de conhecer uma moeda ( réis ) da época, foi enorme. Conseguimos com um colecionador, vários exemplares, e fizemos uma exposição com manuseio e classificação por quantia e data das moedas.





A foto do dirigível número 5 de Santos Dumont, contornando a Torre Eiffel despertou grande curiosidade e partiremos então para pesquisar sobre Santos Dumont, Paris, e o avião.


Observação: Esse projeto lida intencionalmente com a apropriação de conhecimentos de poesias de Cecília Meireles, mas vai se interligando com outros assuntos que interessam aos alunos, então vamos lá.



O próximo trabalho foi com o poema :
A CANÇÃO DOS TAMANQUINHOS



Troc… troc… troc… troc…
ligeirinhos, ligeirinhos,
troc… troc… troc… troc…
vão cantando os tamanquinhos…

Madrugada. Troc… troc…
pelas portas dos vizinhos
vão batendo, Troc… troc…
vão cantando os tamanquinhos…

Chove. Troc… troc… troc…
no silêncio dos caminhos
alagados, troc… troc…
vão cantando os tamanquinhos…

E até mesmo, troc… troc…
os que têm sedas e arminhos,
sonham, troc… troc… troc…
com seu par de tamanquinhos…


Cecília Meireles

Depois de muita leitura e interpretação chegamos a conclusão que esse poema destaca o caminho ou trajeto que um par de tamanquinhos fez numa cidade. O barulho da batida dos tamanquinhos, soa como uma canção, e, tem que ser lido rapidinho pois seu movimento é ligeiro.



Cada aluno escolheu um tema e assim surgiram as canções....
Quando um terminava ajudava o outro nas rimas...






A canção dos porquinhos

Roc... roc...roc...roc...
Vão roncando os porquinhos.
Roc... roc...roc...roc...
Vou contando os porquinhos.

De noite roc... roc...
Vão andando os porquinhos
Roc... roc...roc...roc...
Na fazenda do vovozinho .

Está chovendo no caminho.
Vão correndo rapidinho
Com seu amigos,
Para comer “capinho”.

Luiz Fernando



A canção dos porquinhos

Roc... roc ... roc ... roc ...
Ligeirinhos, ligeirinhos,
Roc ... roc ... roc... roc...
Vão correndo os porquinhos...

Madrugada roc...roc...
Pelas ruas da fazenda
Roc...roc...roc...roc...
Ligeirinhos os porquinhos...

Chuva, roc...roc...
No silêncio do caminho
As estradas alagadas,
Vão ligeirinho os porquinhos.

Ester Ferreira da Silva.

A canção do serrotinho

Roc...roc...roc...roc
Vai o serrotinho.
Roc...roc...roc...roc...
Vai cortando o serrotinho.

Roc...roc...roc...roc...
Vai cortando de tardinha.
Corta... corta... a casinha.
Vai caindo devagarinho.

Ele fica bem cansado...
Vai serrando rapidinho..
Corta bem devagarinho
Para não ficar cansado.


Lucas


A canção do porquinho

Ronc...ronc...ronc...ronc
Lá vai o porquinho.
Com fome o coitadinho,
Procurando a galinha.

Ronc...ronc...ronc...ronc...
La vai o porquinho,
Roubando a comida
Da coitada da galinha.




Observação: Esse projeto lida intencionalmente com a apropriação de conhecimentos de poesias de Cecília Meireles, mas vai se interligando com outros assuntos que interessam aos alunos, então vamos lá.





Meios de transportes


Durante anos o homem não conheceu outro meio de transporte e locomoção além das próprias pernas.


Bem mais tarde, uniram diversos troncos amarraram bem e colocaram uma vela de pano ou pele de animal que ao receber o vento, fazia deslocar a pequena embarcação.




Depois o homem percebeu que os animais quando domesticados poderiam prestar grandes serviços.






Nenhum comentário:

Postar um comentário